Com alguns fracassos e dificuldades no meu currículo, hoje eu consigo olhar para trás e entender o porquê de algumas coisas terem acontecido. Depois que passa, conseguimos até achar bonito ou legal.
Mesmo assim, quando a dificuldade surge, a gente sofre.
Será que tem como não sofrer enquanto a dificuldade está ali?
Arquivos de Autor: Flavia Machioni
Quem é você no fim do dia depois de ter respondido a estímulos, situações e instintos?
Como animais que somos, temos instintos. Comemos, nos relacionamos, buscamos pertencimento e segurança por instinto.
Mas, até que ponto podemos justificar nossas ações por ele?
Como escolher com consciência quando o instinto bate?
O que acontece se você responde a ele sem pensar?
Na reflexão de hoje no Bocadinho falo de isso e mais um pouco.
Depois de um período conturbado, voltei com os episódios do Bocadinho! Neste episódio de retorno testo uma reflexão sem roteiro escrito, pensado e repensado – justamente para falar sobre edição.
Quantas versões de você mesmo você tem por aí? O que leva em consideração quando está se editando? Já parou para pensar quais as situações, características ou pessoas que pedem edições específicas?
Durante minha reflexão ainda fiz o link com o livro que estou lendo no momento, Atomic Habits, do James Clear e chego a conclusão que nossas edições têm muito a ver com nossos hábitos.
Já teve a sensação que está fazendo hoje algo que vai ter só amanhã? Parece que o valor vem só depois, ou já passou. Hoje, não tem tanta importância. Assim, ficamos em uma busca incansável. Mas o que estamos buscando mesmo?
A reflexão de hoje é como essa busca afeta nossa vida, nossa imagem e nossa alimentação.
Meditação guiada de visualização para trazer reflexão sobre o que decidimos carregar conosco e como isso pode nos afetar.
INFOCOMMENTS
Health & Fitness
Medo, raiva, tristeza, culpa, vergonha.. não dá para escolher que eles nunca façam parte da nossa vida, mas dá para escolher como vamos percebê-los e usarmos a nosso favor.
Amar o feio é libertador, mas antes vai ser irritante. Na reflexão de hoje comento como olhar para minha raiva e meu medo tem me ajudado a amar mais.
A gente bem que tenta evitar, mas volta e meia aparecem situações ou pessoas incômodas para mexer com a gente. Por mais que a gente queira achar que não, a gente só se incomodou porque temos algo dentro de nós, e não porque a pessoa/coisa provocou isso.
No episódio de hoje faço uma reflexão sobre isso e como podemos usar esses momentos para trazer mais conhecimento, conexão e cura para nós mesmos.
O ato de comer é uma das formas que mais nos conectamos ao mundo ao nosso redor, seja de maneira social, cultural, emocional, fisiológica, política ou econômica. Um ato simples, mas muito complexo.
No episódio de hoje falo como essas conexões podem nos auxiliar na busca por uma vida mais saudável e proponho um exercício para mudar algumas percepções.








